
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
TRIBUTO A ZÉ DO PRATO

PERSONALIDADE DO MÊS: ORLANDO
PIRATAS

- Piratas Primitivos
Os oceanos foram uma grande ajuda para o comércio, pois o comércio marítimo, era rápido e fácil, ao contrário do comércio terrestre. Por isso, os comerciantes preferiam as vias marítimas. Como a mercadoria passou a ser entregue por via marítima, por comerciantes que seguiam junto à costa e sem bússolas, os primeiros piratas começaram a atacar embarcações. A primeira actividade pirata registada data do início do séc. VII a.C., no mar Egeu. Nesta época, o rei assírio Sennacherib tentou expulsar alguns piratas da foz do Golfo Pérsico. Alexandre, o Grande, tentou, embora sem êxito, expulsar de todo o mar Mediterrâneo, os piratas. No ano 67 a.C., Pompeu, general romano, mandou milhares de homens exterminar os piratas, e até conseguiram exterminar um grande número deles, embora no séc. I d.C., o imperador Trajano ainda tentava arranjar planos para se livrar dos piratas. À medida que o crescimento económico europeu ía aumentando, com ele aumentava também, o número de piratas.
- Era Dourada da Pirataria

las, é que ela já foi chamada por Joli Rouge (Vermelho Bonito, em francês), e depois foi alterado para Jolly Roger, possível pois as bandeiras de fundo preto eram as mais comuns, mas também eram usadas bandeiras de fundo vermelho. Outra teoria, é que, esta já foi tratada por Old Roger, que era usada na altura para referir o diabo. E ainda outra: a de que a Jolly Roger pudesse estar relacionada com os Cavaleiros Templários (famosa ordem militar), pois estes usavam uma bandeira de fundo vermelho com tíbias cruzadas quando adoptaram a forma de vida pirata, depois de a sua ordem ter sido dissolvida em 1312, por suspeita de heresia, pelo Papa Clemente V. Bartholomew Roberts (Bart, o Negro)

Bartholomew Roberts, referido também como "O Grande Pirata Roberts" ou "Bart, o Negro", viajou pela costas Norte e Sul Americanas. A sua reputação cresceu tanto porque ele guardava navios ancorados na Índia Ocidental onde, relutatemente se envolviam com ele, e ainda saiam do seu trajecto marítimo para evitar batalhas. Roberts ficou conhecido como um homem alto, negro, atrativo e corajoso. Ele vestia casacos de mercadores ricos, um chapéu com uma pena vermelha, e um diamante cruzado segurado por uma corrente de ouro à volta do seu pescoço. No "tempo de acção", ele levava dois pares de pistolas no fim de uma bandoleira. Roberts morreu numa batalha naval na costa africana.
Edward England


Edward Teach, mais conhecido por Barba Negra (Blackbeard em inglês), tinha fama pela sua crueldade, pois metia tanto medo, que todos desistiam assim que o vissem ou que avistassem a sua bandeira. E mais! Até a sua tripulação o temia!!! Ele nasceu em Bristol, em 1688, e vivia na Inglaterra antes de ser pirata. Tinha uma aparência aterrorizadora, pois, por exemplo, levava sempre um archote aceso (usado para disparar canhões) debaixo do chapéu para a batalha. Transportava normalmente, dois cintos de armas, cada com três coldres de pistola. A sua crueldade morreu com ele em 1718, às mãos do Tenente Robert Maynard.

deira encontramos uma caveira com tíbias cruzadas atrás e ainda uma ampulheta, que significa que quem avistar a bandeira, só terá mais algum tempo de vida.

A bandeira com uma caveira e os alfangues cruzados é mais famosa que Jack
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
SÃO SILVESTRE 2007

Com um minuto de diferença em relação ao segundo colocado, o queniano Robert Cheruiyot disse que não esperava tanta facilidade em sua volta a São Silvestre. Nesta segunda-feira, ele conquistou o tricampeonato (ele havia vencido em 2002 e 2004) da prova após ter ficado de fora de 2006 por conta de uma contusão.
"Eu lembrava que tinha uma parte difícil no final, mas resolvi arriscar porque estava me sentindo bem na prova. Mas não tive tantos problemas como nos outros anos", completou o queniano, que promete voltar a competir na São Silvestre no próximo ano.
Cheruiyot ainda disse que esperava uma melhor corrida do brasileiro Franck Caldeira. Ainda sem saber que o rival havia abandonado a prova, o queniano afirmou que via no brasileiro o maior adversário para conquistar a São Silvestre.
"Fiquei surpreso, porque ele parecia em muita boa forma. Os técnicos me avisaram que ele seria um grande adversário, por isso estranhei sua ausência entre os primeiros", completou.
Para finalizar, Cheruiyot disse que a largada feminina 15 minutos antes da masculina, utilizada pela primeira vez nesta edição, está aprovada. A novidade fez com que o queniano cruzasse a linha de chegada antes da vencedora feminina, a sua compatriota Alice Timbilili. É bom porque sempre tem alguém na frente para servir de referência", explicou.

Timbilili ainda disse que ficou impressionada com o calor, mas ressaltou que ganhou confiança durante a prova. "Estava muito calor, mas me senti bem durante a prova. Nos primeiros cinco quilômetros andei com as outras atletas, mas depois consegui disparar", afirmou.
A queniana, no entanto, disse que o desempenho de uma brasileira foi fundamental para a sua vitória. No trecho final da prova, Marizete Rezende ameaçou encostar na campeã, o que acelerou o ritmo de Timbilili.
"Quando chegou mais perto, ela me empurrou para a chegada", conta a queniana que encerra um ano de ótimo resultados. "Fico feliz por logo na estréia ter me dado bem aqui", finalizou.
CARMEN: A MUSA DO AUTOMIBILISMO

No entanto, o olhar de todas estava mais à frente. O evento contou mais como um desafio, já que a melhor será escolhida para integrar a escuderia e poderá, no futuro, acabar justamente na F-1.
As escolhidas para pilotarem o Dallara F306, em Valência (ESP), foram as espanholas Carmen Jordá e María de Villota, as suíças Natacha Gachnang e Simona de Silvestro, a tcheca Lucie Panackova e a italiana Alessandra Neri.

SITE OFICIAL: http://www.carmenjorda.com
A ESPANHOLA CARMEN JORDÁ, 19 ANOS, COMPETÊNCIA NO VOLANTE
A iniciativa, na verdade, não partiu apenas da equipe, que teve o apoio da Pepe Jeans, uma marca de roupas européia. O plano é que a melhor fique na F-3 e passe pela GP2, que funciona como uma espécie de categoria de acesso à F-1.
Se a beleza das garotas é o que chama a atenção, é importante saber que o currículo também contou.
Em 2007, Carmen foi quarta na Copa de Espanha de F-3 e María correu uma prova na WTCC, de turismo, por exemplo. Já Alessandra se divide entre as carreiras de modelo e piloto na Fórmula Azzurra.
Na sexta-feira, a melhor do dia foi Simona de Silvestro, segunda entre todos os pilotos que testaram. O espanhol Marc Gené, piloto de testes da Ferrari, foi responsável por supervisionar e passar experiência às candidatas.
A F-1 já tentou colocar mulheres na categoria, mas não teve sucesso.
A italiana Lella Lombardi, por exemplo, fez 17 provas na década de 70 e foi a única a pontuar, com uma sexta colocação em 1975. A última participação foi de Giovanna Amati, também italiana, em 1992 – ela não conseguiu classificar sua Brabham nas três etapas em que correu.
segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
CORRIDA DE SÃO SILVESTRE

HISTÓRIA
Cásper Líbero, um milionário que fez fortuna no início do século XX no setor de imprensa, é o idealizador e fundador do evento. Sua idéia original era utilizar a corrida como meio de promoção de seu jornal. Em 1928, ano da quarta edição do evento, Líbero fundou um dos primeiros periódicos dedicados exclusivamente ao esporte no país, a “Gazeta Esportiva”, que a partir de então passou a ser a organizadora e patrocinadora oficial do evento, condição que detém até os dias atuais. A corrida tornar-se-ia o principal meio de publicidade daquela publicação esportiva.
A primeira edição da corrida foi realizada em 31 de dezembro de 1925, pelo que a edição de 2004 marca a 80º aniversário do evento. Dado importante é o fato de que, ao contrário de outros eventos desportivos tão ou mais antigos, a Corrida de São Silvestre jamais deixou de realizar-se, nem mesmo durante a Segunda Guerra Mundial.
Originalmente restrita a homens, o regulamento original da competição também previa a participação exclusiva de cidadãos da cidade de São Paulo. Nos anos seguintes, corredores de outras partes do país foram aceitos ao evento, mas somente em 1941 a corrida seria vencida por um corredor de fora do estado de São Paulo: José Tibúrcio dos Santos, de Minas Gerais. Nesta época, a participação de estrangeiros era proibida. É preciso salientar que a regra bania a vinda de atletas do estrangeiro para participar, mas não impedia que estrangeiros residentes na cidade de São Paulo (imigrantes) participassem. Nesse contexto, um italiano, Heitor Blasi, foi o único estrangeiro a vencer a prova antes de 1947. Em 1945 foi liberada a participação de estrangeiros, mas apenas para corredores convidados provenientes de outros países da América do Sul. O sucesso das duas primeiras “edições internacionais”, no entanto, levou os organizadores a liberarem a participação de corredores de todo o mundo a partir de 1947. Este ano marcou o início de período de 34 anos durante o qual nenhum brasileiro venceria a prova, o que se encerrou somente quando José João da Silva, de Pernambuco, venceu a edição de 1980 (feito que repetiria em 1985).
A corrida permaneceria restrita a homens até 1975, quando as Nações Unidas declararam aquele ano como “Ano Internacional da Mulher”. Os organizadores da São Silvestre aproveitaram o momento para realizar a primeira corrida feminina no mesmo ano. O evento feminino começou já com livre participação internacional, e a primeira vitória brasileira ocorreria somente na 20ª edição da prova, quando Carmem Oliveira venceu, em 1995.
Em 1993, realizou-se a primeira maratona infantil, denominada “São Silvestrinha”, como evento unissex.
Até 1988, a corrida era realizada à noite, geralmente iniciando-se às 23:30, de forma que os primeiros classificados cruzavam a linha de chegada por volta da meia-noite, mas o ano de 1989 foi marcado por sensíveis modificações no formato do evento. O objetivo era cumprir as determinações da Federação de Atletismo. O horário de início da corrida foi alterado, passando às 15 horas para mulheres e às 17 horas para homens; e a distância a ser percorrida, que variava quase que anualmente (geralmente entre 6,5 e 8,8 km) foi definitivamente fixada em 15 km, o mínimo exigido pela Federação de Atletismo. Naquele mesmo ano de 1989, a São Silvestre foi oficialmente reconhecida e incluída no calendário internacional da Federação.
Na primeira edição do evento, em
Em 2004, 13 mil homens e 2 mil mulheres participaram em seus respectivos eventos.
Apesar de ter sido aberto à participação internacional já em 1945, a São Silvestre adquiriu fama no calendário do atletismo internacional apenas em 1953, quando o corredor mais famoso da época (e, possivelmente, de todos os tempos), Emil Zatopek, participou e venceu a corrida. Nas últimas duas décadas, quase todos os principais corredores de longa distância do mundo (com a notável exceção de Haile Gebrselassie, da Etiópia) participaram da São Silvestre pelo menos uma vez.
O maior vencedor de todos os tempos é, no momento, Paul Tergat, do Quênia, que venceu a prova 5 vezes (1995, 1996, 1998, 1999 e 2000). Tergat também detém o recorde para a atual distância de 15 km, marcado já em sua primeira participação no evento, de 43 minutos e 12 segundos.
Vencer a Corrida de São Silvestre representa fama instantânea no Brasil. Em decorrência de seus resultados, Paul Tergat tornou-se uma das mais conhecidas personalidades africanas no país.
RELAÇÃO DE TODOS OS CAMPEÕES
Prova Masculina
Franck Caldeira
Brasil
2005
Marilson Gomes dos Santos
Brasil
2004
Robert Cheruiyot
Quênia
2003
Marílson Gomes dos Santos
Brasil
2002
Robert Cheruiyot
Quênia
2001
Tesfaye Jifar
Etiópia
2000
Paul Tergat
Quênia
1999
Paul Tergat
Quênia
1998
Paul Tergat
Quênia
1997
Émerson Iser Bem
Brasil
1996
Paul Tergat
Quênia
1995
Paul Tergat
Quênia
1994
Ronaldo Costa
Brasil
1993
Simon Chemwoyo
Quênia
1992
Simon Chemwoyo
Quênia
1991
Arturo Barrios
México
1990
Arturo Barrios
México
1989
Rolando Vera
Equador
1988
Rolando Vera
Equador
1987
Rolando Vera
Equador
1986
Rolando Vera
Equador
1985
José João da Silva
Brasil
1984
Carlos Lopes
Portugal
1983
João da Mata
Brasil
1982
Carlos Lopes
Portugal
1981
Victor Mora
Colômbia
1980
José João da Silva
Brasil
1979
Herb Lindasy
Estados Unidos
1978
Radhouane Bouster
França
1977
Domingo Tibaduiza
Colômbia
1976
Edmundo Warnke
Chile
1975
Victor Mora
Colômbia
1974
Rafael Angel Perez
Costa Rica
1973
Victor Mora
Colômbia
1972
Victor Mora
Colômbia
1971
Rafael Tadeo Palomares
México
1970
Frank Shorter
Estados Unidos
1969
Juan Martinez
México
1968
Gaston Roelants
Bélgica
1967
Gaston Roelants
Bélgica
1966
Alvaro Mejia Flores
Colômbia
1965
Gaston Roelants
Bélgica
1964
Gaston Roelants
Belgica
1963
Henry Clerckx
Belgica
1962
Hamoud Ameur
França
1961
Martin Hyman
Inglaterra
1960
Osvaldo Suarez
Argentina
1959
Osvaldo Suarez
Argentina
1958
Osvaldo Suarez
Argentina
1957
Manoel Faria
Portugal
1956
Manoel Faria
Portugal
1955
Kenneth Norris
Inglaterra
1954
Franjo Mihalic
Iugoslávia
1953
Emil Zatopek
Eslováquia
1952
Franjo Mihalic
Iugoslávia
1951
Erik Krucziky
Alemanha
1950
Lucien Theys
Bélgica
1949
Viljo Heino
Finlândia
1948
Raul Inostroza
Chile
1947
Oscar Moreira
Uruguai
1946
Sebastião Alves Monteiro
Brasil
1945
Sebastião Alves Monteiro
Brasil
1944
Joaquim Gonçalves da Silva
Brasil
1943
Joaquim Gonçalves da Silva
Brasil
1942
Joaquim Gonçalves da Silva
Brasil
1941
José Tibúrcio dos Santos
Brasil
1940
Antônio Alves
Brasil
1939
Luiz Del Greco
Brasil
1938
Armando Martins
Brasil
1937
Mario de Oliveira
Brasil
1936
Mario de Oliveira
Brasil
1935
Nestor Gomes
Brasil
1934
Alfredo Carletti
Brasil
1933
Nestor Gomes
Brasil
1932
Nestor Gomes
Brasil
1931
José Agnello
Brasil
1930
Murilo de Araújo
Brasil
1929
Heitor Blasi
Itália
1928
Salim Maluf
Brasil
1927
Heitor Blasi
Itália
1926
Jorge Mancebo
Brasil
1925
Alfredo Gomes
Brasil
Prova Feminina
Lucélia Peres
Brasil
2005
Olivera Jevtic
Iugoslávia
2004
Lydia Cheromei
Quênia
2003
Margaret Okayo
Quênia
2002
Marizete de Paula Rezende
Brasil
2001
Maria Zeferina Baldaia
Brasil
2000
Lydia Cheromei
Quênia
1999
Lydia Cheromei
Quênia
1998
Olivera Jevtic
Iugoslávia
1997
Martha Thenório
Equador
1996
Roseli Machado
Brasil
1995
Carmem Oliveira
Brasil
1994
Derartu Tulu
Etiópia
1993
Hellen Kimayio
Quênia
1992
Maria Del Carmen Diaz
México
1991
Maria Luisa Servin
México
1990
Maria Del Carmen Diaz
México
1989
Maria Del Carmen Diaz
México
1988
Aurora Cunha
Portugal
1987
Martha Thenório
Equador
1986
Rosa Mota
Portugal
1985
Rosa Mota
Portugal
1984
Rosa Mota
Portugal
1983
Rosa Mota
Portugal
1982
Rosa Mota
Portugal
1981
Rosa Mota
Portugal
1980
Heide Hutterer
Alemanha
1979
Dana Slater
Estados Unidos
1978
Dana Slater
Estados Unidos
1977
Loa Olafsson
Dinamarca
1976
Christa Valensieck
Alemanha
1975
Christa Valensieck
Alemanha
domingo, 30 de dezembro de 2007
ASSAULT THRASH METAL
ASSAULT
PERCI



